É difícil falar sobre o que é o corpo como Montaigne, filosofo que não tinha pudor em descrever seu corpo; na verdade não há uma definição dos aspectos que o regem. O corpo é definido como matéria, e a alma uma não matéria é para religiosos o que o mantêm.
O que para uns é alma, para outros é a consciência, isto é: aquilo que delimita o que é certo e o que é errado, valores impostos por uma cultura da sociedade, criando uma correção de todos os nossos atos, defendidos por Freud com Id: seria nosso impulso primitivo; Ego: relação que se estabelece entre esses dois estados, onde o individuo tem um controle total de seus extintos; e Superego: uma pessoa que acaba se inibindo e distanciando da sociedade, se excluindo, e acreditando apenas o que outros vêem sobre está.
Montaigne reflete sobre como a sociedade vê o seu corpo. As pessoas começam a se esconder através de atitudes que camuflam a sua própria existência, e passam a ter um suposto controle, onde buscam o próprio flagelo, colocando o corpo como inferior ou imperfeito.
Vimos isso nos dias atuais; a influência de uma sociedade que impõe e exerce, mas pessoas, onde temos cirurgias que propõe a auto-estima, valor a ser quebrado pela mídia, o consumismo exagerado por aquilo que devemos ter. Vivemos em uma sociedade que dita regras, como é o caso de sermos tão magros para representar cabides de marcas famosas, levando principalmente a juventude a quadros de bulimia ou anorexia. Também temos casos de obesidade, causado pelo consumo exagerado de alimentos de marcas também famosas.
Tudo isso nos coloca em um suposto tédio; uma conseqüência de ações subseqüentes. Na verdade tédio pode ser aquilo que não é novo, não dá mais prazer, e o que nos leva a não ter tédio é a busca de algo novo, ou apenas ser e fazer o que nos dá prazer.
Resumindo, o corpo é a forma de exercer o nosso dia- a- dia, com ele fazemos ações, trabalhamos, exercemos política e buscamos educação. Claro que tudo nos leva ao tédio, mas mesmo assim “literalmente” é o corpo quem manda.
Por isso devemos ter senso critico para demonstrar o que nos temem ou coisas que nos agradam, pois o corpo ira sofrer por nossa consciência, com castigos e punições.
O que para uns é alma, para outros é a consciência, isto é: aquilo que delimita o que é certo e o que é errado, valores impostos por uma cultura da sociedade, criando uma correção de todos os nossos atos, defendidos por Freud com Id: seria nosso impulso primitivo; Ego: relação que se estabelece entre esses dois estados, onde o individuo tem um controle total de seus extintos; e Superego: uma pessoa que acaba se inibindo e distanciando da sociedade, se excluindo, e acreditando apenas o que outros vêem sobre está.
Montaigne reflete sobre como a sociedade vê o seu corpo. As pessoas começam a se esconder através de atitudes que camuflam a sua própria existência, e passam a ter um suposto controle, onde buscam o próprio flagelo, colocando o corpo como inferior ou imperfeito.
Vimos isso nos dias atuais; a influência de uma sociedade que impõe e exerce, mas pessoas, onde temos cirurgias que propõe a auto-estima, valor a ser quebrado pela mídia, o consumismo exagerado por aquilo que devemos ter. Vivemos em uma sociedade que dita regras, como é o caso de sermos tão magros para representar cabides de marcas famosas, levando principalmente a juventude a quadros de bulimia ou anorexia. Também temos casos de obesidade, causado pelo consumo exagerado de alimentos de marcas também famosas.
Tudo isso nos coloca em um suposto tédio; uma conseqüência de ações subseqüentes. Na verdade tédio pode ser aquilo que não é novo, não dá mais prazer, e o que nos leva a não ter tédio é a busca de algo novo, ou apenas ser e fazer o que nos dá prazer.
Resumindo, o corpo é a forma de exercer o nosso dia- a- dia, com ele fazemos ações, trabalhamos, exercemos política e buscamos educação. Claro que tudo nos leva ao tédio, mas mesmo assim “literalmente” é o corpo quem manda.
Por isso devemos ter senso critico para demonstrar o que nos temem ou coisas que nos agradam, pois o corpo ira sofrer por nossa consciência, com castigos e punições.
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