terça-feira, 21 de setembro de 2010

Preconceito

“Preconceito é um “juízo” preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude descriminatoria perantepessoas, lugares ou tradições consideradas diferentes ou estranhas”. Costuma indicar desconhecido pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é deferente. As formas mais comuns de preconceito são: social, racial e opção sexual.
De modo geral, o ponto de partida do preconceito é uma generalização superficial, chamada “estereotipo”. Observar características comuns a grupos são consideradas preconceituosas quando entrarem para o campo da agressividade ou da discriminação, caso contrario reparar em características sociais, culturais ou mesmo de ordem física por si só não representam preconceito, lãs podem estar denotando apenas costumes, modos de determinados grupos ou mesmo a aparência de povos de determinadas regiões, pura e simplesmente como forma ilustrativa ou educativa.
Observe-se então que, pela superficialidade ou pela estereotipia, o preconceito é um erro. Entretanto, trata-se de um erro que faz parte do domínio da crença, mas do conhecimento, ou seja, ela tem uma base irracional e por isso escapa a qualquer questionamento fundamentado num argumento ou raciocínio.
O sentimento negativo em relação a um grupo fundamenta a questão afetiva do preconceito, e as ações, o fator comportamental. Segundo Max Weber (1864 – 1820), “ O individuo é responsável pelas ações que toma. Uma atitude hostil ou negativa em relação a um determinando grupo, pode ser classificada como preconceito”.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Atitudes do corpo nos leva ao tedio? (por favor leiam e respondam!)

É difícil falar sobre o que é o corpo como Montaigne, filosofo que não tinha pudor em descrever seu corpo; na verdade não há uma definição dos aspectos que o regem. O corpo é definido como matéria, e a alma uma não matéria é para religiosos o que o mantêm.
O que para uns é alma, para outros é a consciência, isto é: aquilo que delimita o que é certo e o que é errado, valores impostos por uma cultura da sociedade, criando uma correção de todos os nossos atos, defendidos por Freud com Id: seria nosso impulso primitivo; Ego: relação que se estabelece entre esses dois estados, onde o individuo tem um controle total de seus extintos; e Superego: uma pessoa que acaba se inibindo e distanciando da sociedade, se excluindo, e acreditando apenas o que outros vêem sobre está.
Montaigne reflete sobre como a sociedade vê o seu corpo. As pessoas começam a se esconder através de atitudes que camuflam a sua própria existência, e passam a ter um suposto controle, onde buscam o próprio flagelo, colocando o corpo como inferior ou imperfeito.
Vimos isso nos dias atuais; a influência de uma sociedade que impõe e exerce, mas pessoas, onde temos cirurgias que propõe a auto-estima, valor a ser quebrado pela mídia, o consumismo exagerado por aquilo que devemos ter. Vivemos em uma sociedade que dita regras, como é o caso de sermos tão magros para representar cabides de marcas famosas, levando principalmente a juventude a quadros de bulimia ou anorexia. Também temos casos de obesidade, causado pelo consumo exagerado de alimentos de marcas também famosas.
Tudo isso nos coloca em um suposto tédio; uma conseqüência de ações subseqüentes. Na verdade tédio pode ser aquilo que não é novo, não dá mais prazer, e o que nos leva a não ter tédio é a busca de algo novo, ou apenas ser e fazer o que nos dá prazer.
Resumindo, o corpo é a forma de exercer o nosso dia- a- dia, com ele fazemos ações, trabalhamos, exercemos política e buscamos educação. Claro que tudo nos leva ao tédio, mas mesmo assim “literalmente” é o corpo quem manda.
Por isso devemos ter senso critico para demonstrar o que nos temem ou coisas que nos agradam, pois o corpo ira sofrer por nossa consciência, com castigos e punições.